{"id":563,"date":"2017-03-21T12:51:47","date_gmt":"2017-03-21T12:51:47","guid":{"rendered":"http:\/\/museulourinha.org\/wordpress\/?page_id=563"},"modified":"2017-03-27T09:55:26","modified_gmt":"2017-03-27T09:55:26","slug":"cesteiro","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/museulourinha.org\/en\/exposicoes\/etnografia\/agricultura-e-pescas\/cesteiro\/","title":{"rendered":"Cesteiro"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\">Os vimeiros, hoje pouco representados na flora da regi\u00e3o, eram bastante usuais na flora da regi\u00e3o, nomeadamente nas margens de rios e ribeiros servindo para fazer extrema de propriedades, assim como segurar as terras contra o efeito erosivo das \u00e1guas. Os seus troncos longos, pouco ramificados e flex\u00edveis eram a mat\u00e9ria prima com que se faziam os cestos de vime.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os cestos poderiam ter diferentes formas e tamanhos conforme a fun\u00e7\u00e3o a que se destinavam, assim: temos um cesto m\u00e9dio redondo com uma asa que normalmente eram utilizados para levar o \u201cjantar\u201d (meio-dia) aos homens que trabalhavam no campo, podendo servir ainda para plantar batatas, apanhar fruta, etc.; um cesto m\u00e9dio rectangular, com tampa, utilizado essencialmente para transporte de queijos para venda de porta em porta, e para o transporte do farnel dos homens que trabalhavam no mar; pequeno cesto de asa destinado a derreter o sulfato de cobre para a \u201cpulveriza\u201d; e cesto com asa em T destinado \u00e0 bica do lagar para impedir a passagem dos enga\u00e7os.<\/p>\n<p align=\"justify\">O aparecimento de materiais mais pr\u00e1ticos, leves e de f\u00e1cil limpeza, como os pl\u00e1sticos e outros pol\u00edmeros derivados do petr\u00f3leo, substitu\u00edram o vime e acabaram por levar ao desaparecimento do cesteiro, tendo esta profiss\u00e3o na Lourinh\u00e3 como um dos \u00faltimos executantes os indiv\u00edduos mais velhos da etnia cigana.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os vimeiros, hoje pouco representados na flora da regi\u00e3o, eram bastante usuais na flora da regi\u00e3o, nomeadamente nas margens de[Ler Mais &#8230;]<\/p>","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"parent":468,"menu_order":3,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-563","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/museulourinha.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/563","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/museulourinha.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/museulourinha.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museulourinha.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museulourinha.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=563"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/museulourinha.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/563\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museulourinha.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/468"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/museulourinha.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=563"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}